Ontem fiquei com uma sensação reconfortante ao perceber que o meu computador portátil tem também as suas dúvidas e inseguranças. Terminei uma frase e ele, com um singelo sublinhado verde, em suspiro, respeitando o meu espaço criativo, sugeriu que substituísse o singular pelo plural. Assim:

E eu mudei.
Mas depois surgiu-lhe a indecisão:

E aquela incerteza repetiu-se. Troca após troca, repetiu-se. E foi tão humana e tão terna que chegou a tocar-me. Será coisa minha?
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